É cada vez a maior percentagem de jogos que se decidem
através de bolas paradas.
Quer sejam livres, cantos, penaltis ou até mesmo lançamentos
todas as equipas treinam estas situações e cada vez com mais criatividade e
afinco de modo a iludir o adversário e conseguir o golo!
Os livres podem ser directos ou indirectos e se longe da
baliza não é normal haver grandes combinações ou especialistas, perto da baliza
a história é outra, quem não conhece o famoso pontapé de Cristiano Ronaldo?
Quem não se lembra dos livres de Juninho Pernambucano ou Sinisa Mihajlovic? As
equipas que têm a sorte e o privilégio de puder contar nos seus quadros com
jogadores desta categoria e com esta apetência têm maior probabilidade de fazer
mais golos de livre, o que não quer dizer que equipas sem esses mesmos
especialistas também não os façam…livres estudados…os chamados livres indirectos são cada vez mais treinados durante a semana e aplicados no jogo,
envolve um maior número de jogadores no lance do livre, lembram-se
do famoso “Livre à Camacho” que até o próprio José Mourinho o intitulou assim?
Aplica-se a livres laterais perto da área, onde a equipa que está a atacar
desloca-se em direcção à baliza, enquanto a bola é colocada rasteira para a entrada da
área onde aparece um jogador a rematar vindo da área.
Tal como os livres, os cantos também podem ser batidos directa ou indirectamente, não por ordem do árbitro mas pelo que o treinador
transmite à equipa. Nestes casos partem em vantagem as equipas que têm
jogadores altos e/ou bons cabeceadores. Ao primeiro poste, ao segundo poste,
para a entrada da área…a equipa treina durante a semana e com um simples sinal
do batedor do canto, os restantes elementos da equipa já sabem para onde vai
cair a bola...
Os penaltis também são cada vez mais comuns nos jogos,
devido às novas leis da “mão na bola ou da bola na mão”, torna-se necessário o seu treino, mas mais importante ainda é o jogador que vai bater estar habituado à
pressão e ter a calma suficiente para aplicar o que treino e “atirar” para o
golo, veja-se o exemplo de Oscar Cardozo que quando quer bater em jeito parece
ter um menor aproveitamento do que quando bate em força (o seu habitual).
Os lançamentos também deverão ser treinados, a movimentação
e a troca entre posições, de modo a baralhar a defesa e construir oportunidades
de golo torna-se importante ao longo dos 90 minutos, é cada vez mais usual
também quando há um lançamento perto da área, haver um jogador a lançar
diretamente para dentro da mesma, com outro a cabecear para trás de modo a que
haja uma finalização ex: David Luiz.
Na categoria de Movimentações
são dados os exemplos de todos os cenários aqui apresentados.

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